- Imaginemos uma empresa localizada numa região qualquer de um país imaginário, republicano e democrático;
- Imaginemos uma visita do mais alto chefe de estado desse país a essa empresa no decorrer de uma visita oficial;
- Imaginemos um gerente dessa empresa responsável por receber o chefe de estado;
- Imaginemos agora que esse gerente se recusa publicamente a receber o chefe de estado dentro da sede dessa empresa por dizer qualquer coisa parecida com: "Acho que o bando de loucos que trabalha na sede da empresa daria uma péssima imagem da empresa. Ver aquele tipo fascista, o «Manuel», ou o «tipo do sindicato», seria péssimo. Acho que isso teria repercussões negativas no mercado da empresa e na própria qualidade do ambiente. Eu cá não apresento aquela gente a ninguém!";
- Os sindicatos vinham para as televisões dizer que tinha havido uma ofensa injustificada e desmedida por parte do patronato aos trabalhadores. Vinham realçar a importância e a qualidade do líder sindicalista da empresa. Refeririam que a empresa era o que os trabalhadores faziam e que se era uma empresa de sucesso à qualidade dos seus trabalhadores se devia;
- Greves seriam marcadas, a empresa pararia e deixaria de produzir;
- No final, no mínimo, teríamos um pedido de desculpas por parte do gerente. Mas o mais normal, seria o despedimento do gerente e a manutenção do «Manuel» e do «tipo do sindicato»;
Será que não existe nenhum sindicato dos membros da oposição de Assembleias Regionais e Municipais? O que anda este povo da Madeira a fazer? Afinal, são "o patrão" deste senhor que ofende quem o povo da Madeira elegeu, e consequentemente, ofende os madeirenses.
2 comentários:
Bruno,
foi tudo ficcionado... é rábula dos Gato Fedorento e daquele tipo que imita vozes...
Convence-te disso, para bem da tua saúde...
Isso parece uma ameaça à Adelino Ferreira Torres :)
Vou encarar como um conselho em prol da minha sanidade mental... eheheh
Abraço,
BS
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